Três vezes amor (Definitely, Maybe), EUA 2008.

De Adam Brooks, com Ryan Reynolds, Abigail Breslin, Elizabeth Banks, Rachel Weisz, Kevin Kline e Isla Fisher
Will Hayes (Ryan-VanWilder-Reynolds) está se divorciando. Cansado e deprimido com sua insatisfatória love life só pensa em buscar sua filha no colégio e esquecer de tudo. Mas sua filha Maya (Pequena Miss Sunshine) não o deixa esquecer do assunto e faz com que o pai lhe conte detalhes de sua vida amorosa. Relutante, papai inventa um jogo, este onde ele conta detalhes de sua vida amorosa desde seu início e, com características aleatórias, sua filha descobre quem é sua mãe na história.
Definitivamente, talvez um bom filme
‘Grande personagem, grande ator’. Bola-fora #1! Ryan Reynolds teve sua big shot pra crescer aos olhos de grandes diretores e tudo o que ele entrega à tela é falso, insípido e apático. Ele não convence em situações cômicas, românticas e tampouco dramáticas. Mas isso não é de ontem, todos nós sabemos como ele estragou o remake de Amityville Horror. Ainda quando comparado diretamente aos ‘colegas’ de elenco, grandes nomes como Kevin Kline e Rachel Weisz. E sim! Rachel-delícia foi injustiçada! Não por ela ser gata, maravilhosa, deliciosa, incrível atriz e até já ter ganho um oscar. Seu personagem, uma jornalista liberal que tem um caso vitalício com seu professor da faculdade (Kevin Kline) e curte um affair com Will, é de meras pequeno. É muita atriz para pouco papel. De qualquer forma, ela dá ao personagem grandiosas dimensões, tranformando-o em algo indispensável a trama. Os pecados novamente vem acerca da ‘Pequena Miss Sunshine’. Ok, que a culpa não é muito lá dela. O pecaminoso é Adam Brooks e seu roteiro cheio de saídas cafonas e clichês conseguindo deixar nossa Dakota Fanningwannabe ainda mais chata.
Por mais que seja dotado de diversos clichês e um protagonista de qualidade duvidosa, o filme vale pela ambientação (Nova Yorque, sempre irresistível), o revival da era Clinton nos EUA nos faz lembrar do pacífico mundo que um dia vivemos… E caras: é mais uma história de amor fofinha, pra se ver com a namorada e nada mais! Um pouco entediante, chato, com uma guria chata falando… Nada além disso. E ouso dizer que, dentro deste gênero ainda, tem muitos bons filmes. Este, não é um deles.